9 de agosto de 2008

Hancock

Hancock

Hancock (Will Smith) é um super-herói que perdeu a popularidade que tinha, devido às suas tentativas de resgate pouco convencionais. Após salvar Ray Embrey (Jason Bateman), um agente de relações públicas, ele se oferece para ajudá-lo a melhorar sua imagem. A idéia não é bem aceita por Mary (Charlize Theron), a esposa de Ray, que mostra ao marido que Hancock teve uma ordem de prisão contra si lançada. Ray então sugere que Hancock se entregue, mesmo podendo escapar da prisão na hora que quisesse, para dar o exemplo e iniciar a mudança de sua imagem junto ao público. Ray acredita que, com Hancock preso, a criminalidade irá disparar e, com isso, a população chamará de volta seu herói.


Hancock - 2008 - Hancock
John Powell

01. SUV Chase
02. John, Meet Ray
03. Train Disaster
04. Meatballs
05. The Trailer
06. French Asshole
07. Superhero Comix
08. You Should Go!
09. Mary Brings Meatballs
10. Getting Therapy
11. To War
12. I Really Hat That Word
13. Standing Ovation
14. The Kiss
15. Indestructible
16. Hollywood Blvd
17. Mortal
18. Upon Us All
19. Death And Transfiguration
20. The Moon And The Superhero

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Um comentário:

BORBOLETAS DE JADE disse...

Confesso que sou fã de John Powell e admito seu trabalho em filmes que necessitam de ritmo é uma boa ação. Powell, que teve durante alguns anos a função de assistente de Patrick Doyle, é especialista em criar ritmos para dar continuidade às cenas. Talvez pelo fato dele ter co-fundado a Independently Thinking Music, com a intenção de produzir musicas de comerciais, o que deu à ele um “upun” a mais, e Powell mantém-se como um dos compositores que mais trabalham em trilhas de cinema. Em Hancock Powell traça um bom trabalho.
Para compor um score que organize os fatos que acontecem no longa, Powell utiliza todos os meios possíveis para atrair a atenção. Em algumas de suas criações, como “Train Disaster”, a percussão de fundo dá o contraste e o acabamento necessários à faixa, demonstrando a agilidade sob o qual as cenas se desenvolvem. Em “The Trailer”, há algo maravilhoso: o uso do som de uma suave voz, além de piano e acordeon, que se complementam. Em “You Should Go!” há a característica que observo em algumas trilhas de Powell: a de preparar a cena, para que o público possa acompanhar os acontecimentos de maneira mais abrangente. Aliás, na maioria das composições não há um som que incomode o ouvinte, pelo contrário: sua grande qualidade é que elas são perfeitamente adequáveis ao filme, e aos “ouvidos sonoros” também. Não aqui uma explosão, mas sim a sutileza de encontrar belas melodias que possam ser eficientes à trama. O que pode- se observar também é a tendência de Powell em inovar-se a cada novo trabalho, talvez para que haja um estabelecimento definitivo de sua pessoa, ou porque ele seja inteligente o suficiente para dar novos ares a cada película que atua. É fabuloso poder ouvir sem medo belas faixas como “Getting Therapy”, “The Kiss” e “Upon Us All”. Também é nítido o progresso de Powell em relação à sua partitura anterior, Kung Fu Panda, que embora seja boa, não consegue agradar tanto quanto a de Hancock.