16 de setembro de 2008

2010: The Year We Make Contact

2010: O Ano Em Que Faremos Contato

Um novo tempo, uma nova odisséia, uma nova chance para confrontar os enigmas surgidos na desafiante e perigosa missão Júpiter no ano de 2001. Os membros da tripulação a bordo da Leonov estão no curso para encontrar com a Discovery, ainda em órbita. O que eles não sabem é que também estão à beira de descobrir as respostas para os mais profundos mistérios da humanidade. E que sua fé descansará nos ombros de silicone do computador que eles religaram, Hal-9000.
Neste impressionante e série baseado na obra de Arthur C. Clarke, seqüência da novela 2001: Uma Odisséia no Espaço, o diretor Peter Hyams usa toda sua habilidade num assunto interessante e absorvente para construir um marco, cativante no seu próprio estilo assim como foi seu predecessor. O ano é 2010. Tempo para descobrir que não estamos sozinhos.

2010: The Year We Make Contact
- 1984 -
2010: O Ano Em Que Faremos Contato
David Shire

01. Andy Summers - 2010
02. Earth / Space
03. Probe
04. Bowman
05. Reactivating Discovery
06. Space Linkup / Earth Fallout
07. Visitation / Countdown
08. Nova / New Worlds / Also Sprach Zarathustra
09. New Worlds Theme From "2010" (End Title)

Informações e Links por email - Aqui

Information and links via email -
Here





2 comentários:

BORBOLETAS DE JADE disse...

Peter Hyams - o diretor de Capricorn One – um dos filmes pioneiros na “teoria da conspiração” governamental contra o cidadão comum – assume 2010, a seqüência do clássico 2001: A Space Odyssey. Quem assistiu a ambos os filmes percebeu duas visões completamente diferentes para o conto de Arthur C. Clarke. O 2001 de Stanley Kubrick ofereceu uma visão introspectiva da alma humana e é caracterizado por deixar os visuais e a música contar a história ao invés do diálogo. Hyams toma um rumo diferente, dando à audiência uma visão franca e direta dos acontecimentos na tela através de um roteiro rico em personagens e diálogos. 2010 acontece nove anos após a desastrada missão da espaçonave Discovery próximo a Júpiter em 2001, a qual resultou na morte da tripulação nas “mãos” do supercomputador Hal 9000 e o desaparecimento de um dos comandantes da missão o astronauta David Bowman. Os EUA e a URSS enviam então uma equipe conjunta para Júpiter em uma espaçonave chamada Leonov (em homenagem ao primeiro ser humano a “caminhar” no espaço, o cosmonauta russo Alexey Leonov amigo de Clarke) no sentido de descobrir o que aconteceu com a Discovery e aprender os segredos do misterioso monólito negro que gira em torno do planeta. Liderando a tripulação estão Heywood Floyd (Roy Scheider), o homem responsabilizado pela falha da Discovery e Tanya Kirbuck (Helen Mirren) comandante da espaçonave russa. Com a ajuda dos projetistas da Discovery e do Hal (John Lithgow e Bob Balaban, respectivamente) eles iniciam a busca por respostas. Enquanto isso os EUA e a URSS estão num impasse político que pode levar ambas as nações à Terceira Guerra Mundial e Bowman – transformado na “Criança-Estrela” no filme anterior – constantemente aparece em certos lugares para contar às pessoas que algo maravilhoso irá ocorrer. Mas não foi somente no roteiro que Hyams resolveu inovar em relação a Kubrick. Ao contrário deste Hyams resolveu contratar um músico para fornecer o score de 2010. A escolha recaiu sobre David Shire, um compositor então relativamente desconhecido que compôs a música de alguns filmes como All the President’s Men e Saturday Night Fever (é também casado com a irmã de Francis Ford Coppola). Em virtude disso podemos dizer que a trilha sonora de 2010 é uma obra mais coesa e interessante de ouvir já que não temos uma diversidade de estilos tão disparatada como em 2001. O álbum começa com a abominável interpretação de “Also Sprach Zarathustra” feita por Andy Summers, ex-guitarrista do grupo The Police. A faixa é apenas uma versão “discoteca” do tema criado por Richard Strauss (o qual deve ainda estar revirando na tumba por causa disso...) com acompanhamento de guitarra e sintetizadores com o objetivo – suponho – de fazer o ouvinte dançar! É o ponto fraco da trilha. A partir da segunda faixa as coisas se tornam mais interessantes mesmo sendo todo o score praticamente produzido com sintetizadores. “Earth/Space” é uma bela e misteriosa música que funciona como tema principal do filme. Ela se inicia com a preparação de Floyd para sua viagem ao espaço e termina com a Leonov chegando ao seu destino, o planeta Júpiter. As outras faixas também apresentam momentos interessantes e seria interessante ouví-las tocadas por uma orquestra de estúdio. A faixa “Visitation/Countdown” inicia com uma música tensa referente à última visita de Bowman aos tripulantes da Leonov, seguida por um momento de tranqüilidade quando todos se preparam para deixar o planeta e finalmente a alucinante música dedicada à cena que se segue à explosão de Júpiter e sua conversão em uma estrela. “Nova/New Worlds/Also Sprach Zarathustra” é a faixa de epílogo do filme na qual pode-se ouvir o tema principal novamente. Para a surpresa geral, ela é realizada inteiramente por uma orquestra de estúdio e é ricamente orquestrada por ninguém menos que Herbert Spencer. Esta faixa apresenta, ainda, uma interpretação decente de “Also...”. A faixa de encerramento, “New Worlds/Theme from 2010”, inicia com sintetizadores e encerra com orquestra num estilo “grand finale”. Com relação à disponibilidade deste CD, deve-se dizer que ele foi lançado na mesma época em que o LP, ou seja, 1984. Há muitos anos fora de catálogo pelo fato talvez de o filme não ter sido um grande sucesso, ainda é possível consegui-lo a um preço razoável em sites de leilão.

Dirge disse...

ola ^^

aceita parceria?

http://dirgedivision.blogspot.com/